Três passos para explorar.
Comece com uma pergunta, aprofunde na base e volte à fonte antes de usar a informação em uma decisão.
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Abra o copiloto
Escolha uma das sugestões ou escreva sobre um mineral, uma operação ou um direito minerário. As sugestões preenchem o rascunho; você pode editar antes de enviar.
- 02
Leia em camadas
Separe o que veio da fonte, o que é interpretação e o que ainda não foi verificado. Uma resposta fluente não substitui a evidência.
- 03
Confira a base
Em Base de dados, compare o contexto dos minerais e abra as fichas das operações para ver evidências e processos do recorte.
Três camadas. Uma disciplina.
O Azaya organiza a leitura para deixar visível a distância entre um dado e uma conclusão.
Na fonte.
O que está registrado em uma fonte identificada. Confira órgão, data, unidade e escopo do número.
Leio assim.
A leitura que pode ser feita a partir da evidência. Ela deve ficar separada do dado original.
Não está aqui.
O que falta consultar ou confirmar. Se um protocolo, teor, preço ou contrato não consta no recorte, o Azaya deve dizer isso.
Use essas camadas como método de verificação, não como selo automático de precisão. O modelo pode errar ou interpretar mal uma fonte.
Peça um recorte, não uma tese pronta.
Uma pergunta específica torna mais fácil conferir o que foi respondido e o que ficou de fora.
“Qual é a posição do Brasil na cadeia do nióbio? Separe fonte, leitura e lacunas.”
“O que consta na ficha da Sigma Lithium Grota do Cirilo sobre operação e processamento?”
“Qual a diferença entre autorização de pesquisa e concessão de lavra?”
O copiloto aceita uma nova pergunta na mesma conversa. “Nova conversa” limpa o histórico daquela sessão; não há conta nem histórico persistente nesta versão.
Duas portas para o mesmo contexto.
A base reúne fichas de operações no Brasil e uma visão comparativa dos seis minerais.
Ativos e direitos.
Busque por operação, empresa ou local. Filtre por mineral. Abra “Ver evidências e direitos” para examinar a ficha e “Abrir livro” para ver os registros da titular e os vínculos documentais com projetos.
Explorar operaçõesO universo mineral.
Compare produção mineira estimada e reservas do USGS MCS 2026. Os percentuais usam o total mundial publicado; a ficha não projeta oferta e demanda.
Abrir e selecionar MineraisCobalto aparece na visão mineral, mas ainda não tem ficha de operação cadastrada. Um resultado vazio pode significar apenas que esta base não cobre aquela combinação.
O processo tem data e titular.
Os registros exibidos vêm de um snapshot do SIGMINE/ANM de 24/09/2026. Não são uma consulta ao vivo.
Os registros entram pela titular exata. Um registro dessa titular não pertence automaticamente ao projeto exibido; vínculos específicos exigem documento.
O nome da substância segue o cadastro da ANM, mesmo quando difere do mineral pelo qual a operação é conhecida.
A distribuição mostra centróides. Um envelope geográfico não substitui o polígono oficial do processo.
Fase processual não comprova, por si só, produção, titularidade de um ativo específico ou viabilidade econômica. Confirme o processo e os documentos atuais na fonte oficial.
O que sustenta o recorte.
Fontes e datas importam tanto quanto o número. A base atual foi organizada para exploração, não para substituir diligência.
Produção e reservas dos minerais, com referências ao Mineral Commodity Summaries 2026.
Referência separada para cenários publicados; as seis fichas minerais não trazem série própria de oferta e demanda.
Processos minerários do snapshot de 24/09/2026, vinculados por titular exata.
Os valores minerais são estimativas do USGS MCS 2026 para produção mineira de 2025 e reservas; as fontes específicas constam nas fichas. Antes de uma decisão, confira a edição e as definições originais. Os processos podem ter mudado depois do snapshot. Respostas do copiloto dependem do modelo e podem conter erro.